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🏠 Câmara recua, e presidente chama projeto que trata do trabalho de casa do vereador de “esquisito”

Presidente Paulo Matioli ainda disse que ele será reformulado

23/04/2026 às 10h29 Atualizada em 25/04/2026 às 09h40
Por: Redação
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🏠 Câmara recua, e presidente chama projeto que trata do trabalho de casa do vereador de “esquisito”

O clima esquentou na sessão da Câmara de Assis desta quarta-feira, 22. O que era para ser uma "ajuste técnico" no Regimento Interno acabou em papel picado e um recuo estratégico da Mesa Diretora. O Projeto de Resolução nº 2/2026, que abria as portas para o polêmico "home office" dos parlamentares, foi retirado de pauta após uma reação negativa da população. 

✂️ Projeto Rasgado

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Em um gesto simbólico o presidente da Câmara, Paulo Matioli, rasgou o projeto literalmente durante os trabalhos, ecoando o sentimento de parte da população que não aceitava a flexibilização do Poder Legislativo. O vereador Português ainda elogiou o poder de voz dos assisenses que se manifestaram contrários ao projeto.

💻 O que era "esquisito"?

O próprio presidente da Casa admitiu que, da forma como foi escrito o texto ficou “esquisito”. O projeto tentava institucionalizar o sistema híbrido ou remoto.

Na prática:  

• Vereadores poderiam votar e registrar presença de casa em sessões ordinárias e audiências públicas.  

• O sistema permitiria identificação por áudio e vídeo em tempo real.  

📉 Menos transparência e punição no bolso

Além do trabalho remoto, o projeto tentava dobrar o prazo para as comissões prestarem contas sobre as políticas públicas da cidade de 3 meses para semestral. Outro ponto que gerou desconforto interno foi a regra para viagens:  

• Quem fosse para congressos e não entregasse relatório em 10 dias teria o valor descontado direto no salário.  

🛠️ E agora?

Com o recuo oficial e a admissão da "esquisitice" do texto, a promessa é que o projeto seja totalmente reformulado. A Mesa Diretora deve retirar os pontos polêmicos e tratar o assunto em um momento posterior, buscando uma redação que não dê margem para interpretações de "mordomia" ou falta de transparência. Será baseado em casos como o do vereador Fernando Sirchia, com boletim de ocorrência e que esteja dentro das diretrizes de programa federal do Ministério dos Direitos Humanos. 

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