O que está acontecendo?
O engenheiro civil e urbanista Robson Fernandes, que é tetraplégico e especialista no assunto, decidiu colocar "o dedo na ferida". Ele denunciou a falta de condições básicas de acesso em praças importantes da nossa cidade, como a Segismundo Guazelli e a praça ao lado do Santuário Nossa Senhora das Graças. 📍
A voz de quem entende: Robson não fala apenas como cidadão, mas como técnico. Ele reforça que a acessibilidade está prevista na Lei Federal nº 10.098/2000 e na Lei Brasileira de Inclusão, mas que, na prática, o degrau é mais alto. 📜⚖️
"A acessibilidade não é um favor. É um direito garantido por lei... enfrento situações constrangedoras, profundamente injustas e de total exclusão social ao não conseguir acessar essas praças para algo tão simples quanto compartilhar um lanche com minha família", desabafou Robson.
Os pontos cegos do urbanismo: 🏙️
Por que isso importa? Uma cidade que não serve para todos, não serve para ninguém. Quando um especialista como o Robson aponta essas falhas, ele está mostrando que o planejamento urbano de Assis precisa sair do papel e olhar para as pessoas. 📐🤝
O que ele espera: Mais do que promessas, o pedido é por providências concretas. Espaço público só é público de verdade se todo mundo conseguir entrar e circular com autonomia e segurança.
"A acessibilidade não pode continuar sendo adiada. Ela precisa acontecer agora", finaliza o engenheiro.
O lado da prefeitura
Em março, o portal AssisCity já havia publicado uma matéria a respeito do assunto. A prefeitura havia reconhecido esses problemas relatados e disse que “intervenções necessárias serão consideradas dentro do cronograma de ações e planejamento de manutenção do município”. Porém, o morador pede agilidade nesse processo já que nenhuma melhoria foi verificada.