
Em um novo desdobramento envolvendo investigações conduzidas pela Polícia Civil, um ex-comissionado da Prefeitura de Assis teve o aparelho celular apreendido durante uma operação de busca e apreensão autorizada pela Justiça. Segundo o vereador Fernando Sirchia a medida contou com parecer favorável do Ministério Público. ⚖️
A apreensão pode ocorrer dentro de apurações envolvendo ataques virtuais, difamações e ameaças denunciadas por ele e também pelo vereador Paulo Mattioli às autoridades policiais. 🔍
Apesar da operação policial, ainda não há confirmação oficial de que o celular apreendido tenha relação direta com o atentado sofrido pelo vereador ou com ameaças mais graves investigadas pelas autoridades.
Parte do caso segue sob sigilo investigativo, e detalhes sobre o conteúdo apurado pela Polícia Civil não foram divulgados até o momento.
Fernando Sirchia, vereador mais votado das últimas eleições municipais e conhecido pela atuação fiscalizadora sobre o Executivo, afirma estar sendo alvo de uma escalada de intimidações após denúncias relacionadas à administração pública municipal.
Recentemente, o parlamentar teve sua residência invadida por um homem armado que teria se passado por pesquisador. Segundo relato de Sirchia às autoridades, o suspeito teria afirmado possuir ordens para matá-lo e também sua esposa. O crime não teria sido consumado porque o vereador começou a filmar a abordagem com o celular, fazendo com que o invasor mudasse de comportamento, roubasse o aparelho e fugisse do local. 📱
Diante da gravidade do caso, medidas de proteção passaram a ser adotadas para garantir a segurança do parlamentar. Sirchia seguirá cumprindo agendas públicas de maneira online, após aprovação de texto pela Câmara de Assis. 🛡️
Em pronunciamento divulgado nas redes sociais, Sirchia afirmou que o ex-comissionado alvo da operação estaria ligado a ataques virtuais direcionados contra ele e seus familiares, incluindo sua mãe. 👥
O vereador também declarou que o caso teria avançado após supostas tentativas de pressão envolvendo o presidente da Câmara Municipal, Paulo Mattioli. Segundo Sirchia, o objetivo seria influenciar decisões relacionadas à segurança institucional solicitada por ele e temas políticos em tramitação no Legislativo.
“A polícia bateu na porta logo cedo. Houve busca e apreensão, e o celular dele foi apreendido”, afirmou o vereador em publicação nas redes sociais sem confirmar a data que teria ocorrida essa operação. 🚔
O aparelho deverá passar por perícia técnica da Polícia Civil. A expectativa é que a análise ajude os investigadores a esclarecer se os ataques ocorreram de forma isolada ou se havia eventual participação de outras pessoas nos episódios investigados. 📑
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