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Assis perde 27 posições no IPS 2026 e cai no ranking nacional de qualidade de vida 📉

Município passou da 192ª posição em 2025 para o 219º lugar em 2026 no Índice de Progresso Social; levantamento avalia saúde, segurança, educação, inclusão e qualidade de vida.

20/05/2026 às 10h33 Atualizada em 24/05/2026 às 12h35
Por: Redação
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Assis perde 27 posições no IPS 2026 e cai no ranking nacional de qualidade de vida 📉

Assis perdeu posições no ranking do Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, divulgado nesta quarta-feira, 20. O município caiu da 192ª colocação nacional registrada em 2025 para o 219º lugar entre as 5.570 cidades brasileiras avaliadas, uma queda de 27 posições em apenas um ano.

Mesmo com o recuo no ranking, a cidade teve leve crescimento na nota geral e alcançou 67,76 pontos em uma escala de 0 a 100. O resultado indica que Assis melhorou alguns indicadores, mas acabou ultrapassada por municípios que avançaram de forma mais acelerada no levantamento.

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No cenário paulista, Assis aparece na 137ª colocação entre os 645 municípios do estado.

📊 O que é o IPS?

O Índice de Progresso Social (IPS Brasil) é um estudo nacional que mede qualidade de vida utilizando indicadores sociais e ambientais, e não apenas fatores econômicos como PIB ou arrecadação.

O levantamento usa dezenas de indicadores públicos divididos em três grandes áreas:

🏥 Necessidades Humanas Básicas

  • saúde básica
  • saneamento
  • moradia
  • segurança

📚 Fundamentos do Bem-estar

  • educação
  • acesso à informação
  • saúde e meio ambiente

⚖️ Oportunidades

  • direitos individuais
  • inclusão social
  • acesso ao ensino superior

A proposta do IPS é medir se os investimentos e a estrutura das cidades realmente se transformam em qualidade de vida para a população.

⚠️ Saúde básica aparece entre os desafios de Assis

Entre os indicadores detalhados do levantamento, Assis apresentou desempenho mais baixo em “Nutrição e Cuidados Médicos Básicos”, componente ligado à atenção primária e indicadores de saúde pública.

O índice também aponta alertas em áreas relacionadas à cobertura vacinal e hospitalizações por condições sensíveis à atenção básica.

Ainda assim, a cidade obteve boa pontuação em “Necessidades Humanas Básicas”, alcançando 83,36 pontos nesse eixo.

🌎 Região também aparece bem posicionada

O levantamento mostra que cidades da região seguem competitivas no ranking estadual e nacional.

Tarumã, por exemplo, aparece à frente de Assis no ranking de 2026, ocupando a 87ª posição nacional com nota 69,05. Já Cândido Mota ficou na 173ª colocação do país, também superando Assis no índice geral.

Pedrinhas Paulista, frequentemente lembrada pelos bons indicadores sociais e urbanos, continua figurando entre os municípios regionalmente bem avaliados em qualidade de vida.

Apesar disso, Assis segue entre as cidades do interior paulista com pontuação considerada alta dentro da metodologia do IPS.

📈 Brasil teve melhora discreta

Segundo o IPS Brasil 2026, a média nacional ficou em 63,40 pontos. O levantamento aponta avanço moderado em indicadores sociais, mas ainda destaca dificuldades do país em áreas como inclusão social, oportunidades e acesso igualitário a direitos.

O estudo também ressalta que São Paulo continua concentrando boa parte dos municípios mais bem posicionados do Brasil.

🏆 Quem lidera o ranking?

A cidade de Gavião Peixoto (SP) voltou a ocupar a liderança nacional do IPS Brasil 2026, mantendo destaque em indicadores sociais, educacionais e de qualidade urbana.

Entre as capitais brasileiras, Curitiba apareceu como a melhor colocada no levantamento deste ano.

📌 O que explica a queda de Assis?

A queda no ranking não significa necessariamente piora nos indicadores da cidade.

O próprio IPS destaca que o posicionamento depende do desempenho comparativo entre os municípios. Na prática, Assis até elevou sua nota geral, mas acabou perdendo espaço porque outras cidades cresceram mais rapidamente nos indicadores avaliados.

Além disso, o instituto alerta que as metodologias de 2024, 2025 e 2026 passaram por ajustes estatísticos, o que exige cautela em comparações absolutas entre os anos.

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