Se você é a pessoa que volta de um churrasco cheia de picadas enquanto ninguém mais reclama, saiba que a ciência tem uma explicação — e ela não tem nada a ver com o açúcar no seu sangue. ❌
O que a ciência diz (os verdadeiros culpados):
- O "bafo" de CO₂: Pernilongos detectam o gás carbônico que exalamos na respiração a até 30 metros de distância. Quem tem metabolismo mais acelerado ou está se exercitando exala mais CO₂ e vira um alvo VIP.
- Odor e Ácido Lático: Segundo estudo da Universidade Rockefeller (NY), algumas pessoas produzem níveis mais altos de ácidos carboxílicos na pele. Esses compostos, misturados ao suor, criam um "perfume" irresistível para os mosquitos.
- Calor Corporal: Eles possuem sensores térmicos potentes. Se você está com o corpo mais quente (pós-treino ou após uma cervejinha), o radar deles apita na hora.
- Microbiota da Pele: Pesquisas publicadas na revista PLOS ONE mostram que a quantidade e o tipo de bactérias que vivem na sua pele influenciam no "cheiro" que o mosquito sente. Menos diversidade bacteriana costuma atrair mais picadas.
? Fontes Oficiais:
De acordo com o CDC (Centro de Controle de Doenças) e estudos da London School of Hygiene & Tropical Medicine, a genética responde por cerca de 85% da nossa atratividade para os mosquitos. Ou seja: a culpa é do seu DNA!
Dicas para sobreviver em Assis:
- Repelente com Icaridina: É o padrão ouro recomendado pela ANVISA. ️
- Roupas Claras: Refletem a luz e te deixam "invisível" no radar visual deles.
- Ventilador ligado: O vento desestabiliza o voo do pernilongo (que é um péssimo aviador).