Em um comunicado oficial carregado de diplomacia, mas com críticas bem nítidas, o vice-prefeito de Assis resolveu colocar os pingos nos “is”. O alvo principal? A falta de diálogo e o atropelo nas decisões dentro da Secretaria Municipal de Governo e Administração.
O ponto central da insatisfação de Cachorrão é a condução da crise na UPA (Unidade de Pronto Atendimento). Segundo ele, as decisões estão sendo tomadas de forma "mais célere do que o ideal", sem o tempo necessário para que as ideias amadureçam ou sejam construídas em conjunto.
O que o vice-prefeito defende:
• Mais diálogo: Ele afirma que decisões estratégicas precisam de alinhamento institucional para não prejudicar a população.
• Fortalecimento do planejamento: Para Cachorrão, a Secretaria de Governo deveria ser o braço de articulação, e não um setor que decide isoladamente.
• Postura vigilante: Ele fez questão de encerrar dizendo que criticar não significa romper com a gestão, mas sim exercer a responsabilidade que o cargo exige.
🔍 Contexto: O que está por trás da crise na UPA?
Para você que está chegando agora, o "desabafo" do vice-prefeito não vem do nada. Como já discutimos anteriormente, a gestão da UPA de Assis tem sido um verdadeiro campo de batalha político e administrativo com troca de gestões e polêmicas em contratos.
💡 O que isso significa na prática?
Quando o vice-prefeito vem a público dizer que as coisas estão sendo feitas sem o "devido amadurecimento", ele está validando o que muita gente desconfiava: a gestão está batendo cabeça.
A fala de Cachorrão tenta equilibrar o apoio ao governo com a necessidade de se descolar de erros que podem custar caro politicamente. Resta saber se a prefeita e o Secretário de Governo vão abrir os ouvidos para o "conselho" do vice ou se o isolamento vai aumentar.